Álvaro Damião

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Clássico é clássico e vice-versa

O ano não está perdido para o Atlético e nem ganho para o Cruzeiro

11/04/2018 às 02:32

No último domingo (8), o Mineirão ficou azul! Após perder o primeiro clássico por 3 a 1, o Cruzeiro bateu o Atlético por 2 a 0 e levantou a taça de campeão mineiro de 2018. É por essas e outras que, na última coluna, escrevi que final se joga em 180 minutos, principalmente envolvendo um clássico.

Se no Horto Otero balançou as redes aos 36 minutos de jogo, no Mineirão a história foi bem diferente. Aos três, Egídio cruzou para área e Arrascaeta bateu de primeira, levando a torcida cruzeirense à loucura no Gigante da Pampulha. E se na primeira partida o meia venezuelano foi o decisivo na vitória, na segunda ele foi o “vilão”. Aos 21 minutos, jogador foi expulso por dar uma cotovelada no lateral-direito Edilson. A partir daí, tudo mudou. 

O Atlético, que tinha a vantagem nas mãos, viu-se em desespero ao tomar um gol logo no início do duelo e perder um jogador extremamente importante ainda no primeiro tempo. Muito se reclamou do lance, e há os mais fanáticos que atribuem a perda do título em decorrência da atuação da arbitragem. Clássico sem polêmica, não é clássico. Campeonato Estadual é sempre a mesma história: não vale nada, até perder ou ganhar.

Sinceramente, acho que o único erro do árbitro Luiz Flávio de Oliveira, foi não ter expulsado Edilson no lance com Otero. Os dois já se estranhavam há um tempo e, ao meu ver, Luiz poderia ter expulsado os dois. Se isso afetaria o andamento do jogo, ninguém pode prever. O fato é que o Atlético não entrou em clima de final, não lutou, não se entregou, não chutou. A verdade é que o time alvinegro fez exatamente o que o Cruzeiro fez no confronto de ida da final: nada.

Agora o chip precisa mudar, pois o Galo não tem tempo para lamentar. Nesta quinta-feira, entra em campo pela Copa Sul-Americana, em que enfrenta o San Lorenzo-ARG em Buenos Aires. No domingo (15), o time de Thiago Larghi estreia no Campeonato Brasileiro, diante do Vasco, no Estádio São Januário. O Cruzeiro pode comemorar mais um pouco o título, já que só volta a jogar no sábado (14), contra o Grêmio, pelo Brasileirão.

O ano não está perdido para o Atlético, mas também não está ganho para o Cruzeiro. O Galo está forte na Copa do Brasil, e o Cruzeiro precisa mudar a postura na Libertadores. Os dois precisam se explicar para suas torcidas. Os elencos são bons e precisam justificar o futebol em campo. Há muita bola para rolar ainda, e nada está definido. 

Enfim, que venha Brasileirão, Copa do Brasil, Sul-Americana, Libertadores, Copa do Mundo e tudo mais! 

Tamo junto e até a próxima!

 

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