Emanuel Carneiro

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O clássico sem futebol e sem emoção...

A melhor coisa do clássico Cruzeiro e Atlético aconteceu sábado 

17/09/2018 às 11:54

Vinnicius Silva/Cruzeiro

A melhor coisa do clássico Cruzeiro e Atlético aconteceu sábado (15), numa reunião na hora do almoço, entre dirigentes dos dois clubes desenhando um rascunho do que seria a disputa a partir de 2019. Jogos no Mineirão, torcida dividida.

A Policia Militar já se manifestou aprovando a ideia, repetindo que é melhor e mais fácil (nunca é fácil) o meio a meio em vez de 90% x 10%. A novidade deve ser restrita, por enquanto, à área esportiva, sem audiência pública, entidades de justiça, meio ambiente etc etc.

Vamos ao clássico. O público do Mineirão foi muito menor do que o de Fortaleza, onde jogaram Ceará e Vitória, no sábado.

A fogueira de vaidades que atingiu o futebol de Minas nos colocou no “perigoso terreno da galhofa” ao levar para o STJD o preço do ingresso.

Os dois times tiveram momentos diferentes e apenas dois ou três lances de perigo onde apareceram bem Victor e Rafael.

O Atlético com pontos muito negativos com Ricardo Oliveira e Elias; o Cruzeiro pagou o preço de usar reservas sem entrosamento, mas quase ganhou o jogo a partir das entradas de Thiago Neves e Sassá.

Arbitragem perfeita e nenhum lance a ser discutido, o que é raro na história dos clássicos.

A boa ideia do sábado precisa ser amadurecida, discutida com razão e bom senso. Nessa hora a paixão fica para a quatro linhas. 

O nível técnico do futebol brasileiro está baixo, com reclamações excessivas, deslealdade e uma overdose de passes errados.

Seja bem-vindo, 2019.

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