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Consumo de alimentos industrializados pode causar doenças crônicas; saiba como evitar

Por Jacqueline Moura, 08/05/2018 às 17:17
atualizado em: 11/05/2018 às 11:16

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Apenas seis meses de consumo excessivo de alimentos industrializados podem causar doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e obesidade. De acordo com o médico nutrólogo Leônidas Neto, esses alimentos passam por vários processos químicos, por isso, causam muito mal à saúde. Podem ser divididos em dois grupos: alimentos industrializados refinados e alimentos industrializados processados.

Os alimentos industrializados refinados são aqueles que passam por procedimento de refinamento ou retirada. Exemplos: produtos que levam açúcar refinado (doces, balas, chicletes) e produtos que levam a farinha branca (pães brancos).

Já os alimentos industrializados processados são os que passam por processo de adição de conservantes ou aromatizantes para aumentar o prazo de validade. Exemplos: produtos embutidos e enlatados. 

“Esses alimentos trazem inúmeras consequências à saúde. São alimentos vazios que não têm valor nutricional. Não supre a necessidade diária de vitaminas e minerais. Por não ter valor nutricional, quem consome esse tipo de alimento sente mais fome, come mais e pode ter obesidade. Por causa da alta quantidade de açúcar e sódio, o consumo dos alimentos industrializados pode causar diabetes e hipertensão”, alerta Leônidas Neto.

O nutrólogo fundador do Instituto Mineiro de Nutrologia, Juan Bernard, também chama a atenção para o consumo excessivo de alimentos industrializados. “Viver de alimentos industrializados causa uma série de problemas, principalmente deficiência de vitamina B12, vitamina E, ferro, fósforo, magnésio, selenium, zinco, todos importantes para nosso organismo”. 

“O segredo é o meio termo. Evitar ao máximo o consumo de produtos industrializados, mas não precisa ser radical e cortar tudo. Existe uma doença hoje chamada ortorexia, em que a pessoa exagera na preocupação em consumir apenas comidas saudáveis demais. É importante frisar que todo extremismo faz mal”, conclui Juan.

Rótulos

O médico Bruno Sander sugere a leitura do rótulo dos alimentos. “É muito importante ler as informações nutricionais no rótulo dos alimentos. A quantidade do valor diário merece uma atenção maior. Por exemplo, quantidade de carboidrato. Se tem no rótulo que a cada 100 gramas de determinado produto tem 40% do valor diário de carboidrato, se a pessoa ingerir 250 gramas desse produto, ela já consumiu 100% de carboidrato necessário naquele dia”, explica.

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