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Especialistas defendem punições mais rígidas para crimes de trânsito em BH

Por Redação , 18/06/2017 às 09:40
atualizado em: 18/06/2017 às 12:31

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Foto: Colaborador/WhatsApp
Colaborador/WhatsApp

Os inúmeros casos de violência no trânsito em Belo Horizonte estão causando revolta nos especialistas, que defendem mais punição para motoristas infratores.

O motorista que atropelou e matou uma criança na contramão na Grande BH, por exemplo, foi solto apenas um dia após o crime, em mais uma clara demonstração de impunidade.

Para o especialista em mobilidade e tráfego de veículos Silvestre de Andrade, as punições para os condutores que cometem crimes de trânsito deveriam ser revistas, a começar pelas infrações.

“As multas foram fixadas pelo código, que está fazendo 20 anos, em reais naquela época. Então, elas foram se desvalorizando ao longo do tempo, foram ficando brandas. Quando o código saiu, elas eram bem altas, pesadas, e este era o objetivo, que elas fossem pesadas”, analisou. “De um modo geral, as multas são relativamente baratas hoje em dia em relação àquilo que foi concebido originalmente”, acrescentou Silvestre de Andrade.

Com mais de duas décadas trabalhando na promotoria de Justiça do Ministério Público, Francisco Santiago também defende mais rigor na apuração e julgamento dos crimes de trânsito.

Eu entendo que alguém nestas condições, por exemplo, ele bebeu, ele põe 120 (quilômetros) no automóvel, ele está na contramão, ele vai pensar: ‘ah, se acontecer o resultado (acidente) azar’. Nós temos que mudar. Severidade na aplicação das penas, porque toda sexta-feira, sábado, um pai de família chora um filho que foi embora há pouco tempo”, defendeu Francisco Santiago.

Entre os julgamentos mais recentes em que houve condenação, o estudante Felipe Lunardi, de 32 anos, pegou dez anos e dois meses de prisão por atropelar e matar o policial Denilson Geraldo de Oliveira na BR-356, em 2009. Felipe estava alcoolizado no dia do acidente.

Já o administrador de empresas Gustavo Bittencourt foi condenado em fevereiro a seis anos e três meses de prisão pela morte do empresário Fernando Félix Paganelli, em 2008. Gustavo estava embriago e seguia pela contramão na Avenida Raja Gabaglia quando bateu no carro de Paganelli, que seguia para o trabalho.

Ouça acima a reportagem completa de Rafael Nonato.

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