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Vacinação é única maneira de evitar que surto de sarampo se espalhe no Brasil

Por Jacqueline Moura, 04/05/2018 às 14:03

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Foto: EBC
EBC

Os casos de sarampo nos países da América do Sul estão chamando a atenção das autoridades. Neste mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu alerta para o risco de surto da doença no Brasil, principalmente nos estados do Amazonas e de Roraima. Esses estados fazem fronteira com a Venezuela, país com maior número de casos de sarampo já confirmados. O Brasil é o segundo em número de casos, principalmente devido ao fluxo de imigração de Venezuelanos por causa da crise que assola país.  

A principal maneira de evitar a doença é com a vacinação, por isso o Ministério da Saúde já trabalha com campanhas de vacinação nos estados de Roraima e Amazonas. As vacinas são oferecidas tanto para moradores quanto para imigrantes venezuelanos, entre seis meses e 49 anos de idade.

Em Belo Horizonte, o último caso da doença foi em 1997, isso graças à cobertura vacinal. A Diretora de Promoção à Saúde e Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, Lúcia Paixão, lembra que a doença pode atingir pessoas de qualquer idade. “A população toda está suscetível à doença, em especial as crianças. A vacina é tomada com um ano de idade e deve ser repetida na infância e na adolescência. Quem não tomou a vacina na infância, pode tomar na fase adulta”, alerta. 

Surto

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), no momento o Brasil tem um surto em andamento em Roraima: com 234 casos notificados, 42 deles confirmados e duas mortes de duas crianças venezuelanas. Já no estado do Amazonas, quatro casos foram confirmados, todos brasileiros.
Em 2016, o continente americano foi o primeiro do mundo a receber o certificado da Organização Pan-Americana de Saúde de que estava livre do sarampo. Mas desde o ano passado novos casos voltaram a ser registrados.

O sarampo é uma doença causada por vírus que pode ser transmitido por via respiratória e é  contagiosa. Os sintomas são manchas na pele, tosse, febre e mal-estar. Em situações mais graves pode levar à pneumonia, inflamação no cérebro, cegueira e até a morte. Os sintomas da doença podem aparecer até 12 dias após ser contraída. 

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